Charles Manson: Mitos e fatos

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Quando o álbum de Charles Manson intitulado “Lie: The Love and Terror Cult” foi lançado durante o julgamento de 1970, poucos perceberam que a intenção do disco, algo que era explícito na capa e no título do álbum, era refutar as mentiras sensacionalistas publicadas na revista Life em sua edição de 19 de dezembro de 1969.

Durante o julgamento, muitos dos argumentos usados pela acusação para convencer o júri popular a condenar Manson eram teorias que haviam sido vendidas pelos próprios advogados da acusação à revista. Essas teorias publicadas pela revista Life durante o julgamento de Manson se tornaram mitos conhecidos mundialmente – basicamente, o que a pessoa comum sabe hoje sobre Charles Manson são esses mitos. A idéia de que havia uma “Família Manson”, e o próprio termo “Família Manson”, foram publicados pela primeira vez na edição da Life de 19 de dezembro de 1969. A teoria de que Manson e seus conhecidos eram “hippies”, e de que Manson era um “líder” e os demais eram “seguidores”, também foram publicadas pela primeira vez nessa mesma revista.

Muitos desses mitos foram vitais para a acusação conseguir a condenação de Charles Manson. Eles se tornaram tão conhecidos entre as pessoas que o júri popular era incapaz de separar os mitos dos fatos. Todas as teorias conspiratórias podem ser encontradas no livro Helter Skelter, escrito por Vincent Bugliosi, o promotor do caso que conseguiu a condenação de Manson. Infelizmente, esse livro cheio de histórias mirabolantes se tornou a principal fonte de informação sobre o caso de Charles Manson.

Portanto, lidar com alguns desses mitos, e separá-los dos fatos, é a proposta dessa seção.

Mito 1 – Charles Manson é um assassino

A hipótese de que Charles Manson seja um assassino, ou como ainda é mais comum, um assassino-serial, tornou-se tão amplamente aceitada que a maioria das pessoas a consideram como uma verdade incontestável. Não é à toa que fotos de Manson rotineiramente ilustram as capas de revistas e DVDs sobre assassinos famosos. Até mesmo entrevistadores famosos assumem que Manson é de fato um assassino, como disse Geraldo Rivera em sua famosa entrevista com Manson: “Você é um cachorro, um assassino-serial!”

Apesar disso, Manson nunca matou ninguém. A própria acusação nunca alegou que ele tenha matado qualquer uma das pessoas por quais os assassinatos ele foi condenado. Segundo a acusação, Manson nunca esteve na residência de Sharon Tate, e ele teria abandonado a casa da família LaBianca antes de qualquer pessoa ter sido agredida. Apesar da coleção de rumores de que Manson tenha matado e enterrado pessoas em Spahn Ranch, até hoje, após inúmeras investigações e escavações, não existe qualquer evidência que sustente tais mitos.

Mito 2 – Charles Manson era obcecado pela banda The Beatles

Esse mito foi elaborado pelo promotor, Vincent Bugliosi, para sustentar a sua teoria, conhecida como Helter Skelter, que acabou por condenar Manson pelos assassinatos conhecidos como Assassinatos Tate-LaBianca. Sem o apoio da mídia sensacionalista que repetia as palavras da acusação diariamente na televisão, rádio, jornais e revistas, seria impossível convencer o júri popular sobre a teoria de Helter Skelter.

É difícil de acreditar que um homem de mais de 30 anos de idade, que viveu em orfanatos, centros de detenção juvenis e prisões federais, que passou pelas mais difíceis condições possíveis nos Estados Unidos da década de 1960, sairia da prisão e se tornaria o fã número um da então moda jovem chamada The Beatles. Não é muito provável. Obviamente, Manson ouviu a música dos Beatles, e a banda era parte do mundo de Manson assim como era parte do mundo da maioria dos jovens e adultos na década de 1960. Mas dizer que Manson era obcecado pelos Beatles é simplesmente mais um mito da acusação.

A maioria prova disso é a própria música de Charles Manson. De todas as faixas de áudio que são hoje disponíveis, sejam elas releases profissionais não-autorizados ou material de circulação underground, nada se assemelha ou tem haver com qualquer trabalho relacionado aos Beatles. Se Manson era mesmo obcecado pelos Beatles, não seria natural que existisse no mínimo uma semelhança mínima entre a música de Manson e a música dos Beatles?

Mito 3 – Charles Manson queria ser um artista reconhecido

Na sociedade ocidental, e especialmente nos Estados Unidos, celebridades e chamar à atenção das pessoas se tornaram coisas tão importantes que muitas pessoas que se destacam em alguns campos (sobretudo na música, cinema e esportes) podem atingir um status e adoração que tempos atrás era algo reservado para grandes líderes políticos, heróis militares, etc. Hoje, ser reconhecido é tido como um sinal de grandeza. Em função desse “culto de celebridades”, que nasceu com a indústria cultural dos Estados Unidos, se tornou plausível para muitas pessoas acreditar que fama e dinheiro representam o desejo de todos.

Mas basta uma pequena análise da vida de Charles Manson para compreender que esse fascínio pelo reconhecimento público era uma realidade muito distante. Manson, quando não estava encarcerado, morou nas ruas e nas áreas desérticas da Califórnia. Ele raramente saía do deserto para “fazer parte” da sociedade americana. Em um tom de ironia quando questionado pelo entrevistador Tom Snyder em 1981 sobre esse mito, Manson foi claro: “Eu tive todo o dinheiro do mundo três vezes, e ele só serviu para ser devolvido. Para que serve ter dinheiro? No rancho (Spahn Ranch) nós imprimíamos o dinheiro, colocávamos nossos rostos nele”. Não existem evidências de que Manson sonhasse em se tornar uma celebridade, mas existem dezenas de fatos que comprovam que a vida que ele desejava era underground, às margens da sociedade consumista americana.

Mito 4 – A existência de uma suposta “Família Manson”

As pessoas que moravam ou visitavam o Spahn Ranch nunca se referiram a eles mesmos por qualquer nome coletivo. O que existiu no Spahn Ranch, e Charles Manson abertamente falou sobre isso diversas vezes, era um grupo musical underground chamado “The Family Jams”. O que aconteceu é que o termo “Family”, usado no nome do grupo musical foi aproveitado pela mídia sensacionalista, e colocando Manson com a figura de um líder, e portanto um pai, surgiu o termo tão conhecido: “Família Manson”.

Os promotores do caso, aliás, fizeram parte da elaboração desse termo ao vender informações sigilosas do julgamento à revista Life para a sua edição de 19 de dezembro de 1969. Ao promover Manson como o pai dessa suposta “Família Manson”, se tornou possível colocar todos os jovens que de fato participaram dos Assassinatos Tate-LaBianca como filhos, seguidores de Manson e, portanto, sob responsabilidade dele. O termo “Família Manson” não é nada mais do que um mito, uma expressão conveniente usada pela acusação para implicar e condenar Manson pelos assassinatos de 1969. É triste que a maioria das pessoas tenha comprado essa história.

Mito 5 – Charles Manson era o líder da “Família Manson”

Primeiramente, se nunca existiu uma “Família Manson”, então é impossível que tenha havido um líder para tal grupo. De qualquer maneira, tirando de lado os jovens que cometeram os assassinatos de 1969 e que viam na teoria de incriminar Manson como líder uma esperança de escapar da prisão, a maioria das pessoas que moravam e visitavam o Spahn Ranch deram testemunhos de que, na comunidade, não havia líderes nem seguidores.

Mito 6 – Charles Manson e seus amigos abusavam de drogas

Embora seja até ridículo negar que as pessoas que frequentavam o Spahn Ranch usavam substâncias como maconha, LSD, mescalina, peiote e cogumelos psicoativos, fato é que não existem evidências de que houvesse qualquer utilização generalizada dessas drogas ou de outras drogas como cocaína ou anfetaminas. Esse fato é bem documentado até por testemunhas que decidiram apoiar os advogados da acusação em condenar Manson, como por exemplo, Paul Watkins.

O líder das suas noites de assassinatos em agosto de 1969, Charles “Tex” Watson, em seu livro “Will You Die For Me?”, também demonstra que, na maioria das vezes, Charles Manson tentava impedir que os jovens abusassem das drogas no Spahn Ranch. Muitos outros frequentadores do Spahn Ranch confirmaram que Manson “colocava para correr” pessoas que abusavam de drogas. Em todos os seus livros escritos pós-prisão, Tex Watson e Susan Atkins, principais figuras dos crimes de 1969, afirmam que tinham que se esconder de Manson e dos demais frequentadores do rancho para usar algumas drogas como anfetaminas. Além disso, nas diversas batidas policiais no Spahn Ranch, não foram apreendidas quantidades substanciais de drogas.

Mito 7 – O motivo dos Assassinatos Tate-LaBianca era dar início a Helter Skelter

Esse é o maior dos mitos – e o mais importante, uma vez que ele é o único que incrimina Charles Manson, e é o mito pelo qual ele foi condenado a prisão perpétua. De todos os mitos criados durante o julgamento, esse é o único que supostamente evidenciaria uma motivação pessoal de Manson por trás dos Assassinatos Tate-LaBianca. Motivação pessoal não é uma necessidade para a acusação conseguir uma condenação nos Estados Unidos, mas é um fator importantíssimo, uma vez que a decisão final é do júri popular. Apresentada uma motivação, dificilmente um júri inocenta um réu. Foi assim no caso de Manson.

Por outro lado, a ausência de uma motivação pessoal é uma evidência substancial de inocência. O advogado da acusação, Vincent Bugliosi, assumiu de imediato no início do julgamento que Manson era culpado por todos os crimes, e a sua missão a partir de então foi encontrar meios de relacionar Manson com os assassinatos. Nenhuma outra teoria sobre o caso ou interpretação de qualquer evidência foram considerados. Acontece que, mesmo assim, a acusação enfrentou dificuldades em incriminar Manson, principalmente porque não se encontrava uma motivação pessoal. Bugliosi, em seu livro best-seller sobre o caso intitulado Helter Skelter, dedica mais de 60 páginas à dificuldade de mostrar que Manson havia uma parcela de culpa pelos assassinatos. Sendo assim, é compreensível que a única teoria encontrada por Bugliosi tenha sido algo fantasioso e literalmente inacreditável: a teoria de Helter Skelter.

Resumidamente, a teoria de Helter Skelter é a seguinte: a “Família Manson”, liderada pelo manipulador e criminoso Charles Manson, era uma comunidade de racistas drogados que pretendiam iniciar uma guerra racial nos Estados Unidos, cometendo assassinatos chocantes contra brancos e fazendo parecer terem sido crimes cometidos por negros. A revolta consequente causaria os brancos a retaliarem contra os negros, dando início à guerra, apelidada de Helter Skelter.Enquanto a guerra se desenvolvia, Manson e o seu grupo de seguidores iriam se esconder em um poço escondido no meio do deserto de Death Valley, na Califórnia. Segundo a teoria, os negros venceriam a guerra contra os brancos, mas seriam incapazes de governar sem a ajuda de pessoas brancas. Nesse momento, os únicos brancos restantes, a “Família Manson”, sairia do seu esconderijo para governar. De fato, é uma história mirabolante, que só poderia mesmo virar um best-seller ou um filme de Hollywood. Seria injusto tirar esse crédito de Vincent Bugliosi, mas acontece que Charles Manson foi de fato condenado por essa fantasia.

O motivo verdadeiro por trás dos assassinatos era, na realidade, bem simples: tirar um dos amigos de Spahn Ranch, Bobby Beausoleil, da prisão. Dias antes, Beausoleil havia sido preso após esfaquear Gary Hinman em uma briga por dinheiro de venda de drogas. A idéia dos jovens que cometeram os Assassinatos Tate-LaBianca, sob a liderança de Charles “Tex” Watson, era repetir crimes semelhantes nas redondezas, a fim de indicar à polícia que o verdadeiro assassino de Hinman estaria ainda em liberdade. Eles acreditavam que isso poderia fortalecer a defesa de Beausoleil e livrá-lo da prisão. Esse motivo, muito mais realista e carregado com provas e evidências, foi descartado pelos advogados da acusação. O motivo real era esse, mas só havia um problema: Charles Manson não estava envolvido.

Mito 8 – O livro “Manson em Suas Próprias Palavras” é de Charles Manson

“Existe alguma maneira de apagar esse livro? Essa coisa tem sido uma maldição. Tem destruído todos nós e ATWA por mais de 10 anos. Deveria ser o suficiente!”. Foi isso que Charles Manson escreveu em uma carta. Tirando de lado as próprias palavras de Manson, que sempre negou ter envolvimento com esse livro, a maior evidência de que o livro não tem participação de Manson é que as palavras supostamente usadas por ele no livro são extremamente diferentes das que ele normalmente usa, tanto falando como escrevendo. Até mesmo Vincent Bugliosi afirmou que as palavras não podem ser de Manson.

Isso não é surpreendente, porém, porque nas entrevistas que o autor do livro diz ter feito com Manson ele não teria direito a um gravador de voz ou a escrever suas anotações. Em função dessas limitações, e de outros motivos pessoais do autor do livro, como por exemplo a intenção de lançar um livro best-seller, muito do que é apresentado como as palavras literais de Manson deve ser ignorado. No fim, o livro representa uma coletânea de palavras, idéias, pensamentos e percepções do próprio autor, Nuel Emmons, e não de Charles Manson. Para encerrar com esse mito, existem dezenas de evidências que comprovam que muitos dos acontecimentos descritos no livro nunca aconteceram.

Mito 9 – O pai de Charles Manson era um homem negro

Esse mito foi criado pelo advogado de acusação, Vincent Bugliosi, em seu livro best-seller sobre o caso de Manson intitulado Helter Skelter. Segundo o autor do mito, o pai de Manson era um homem negro, e isso teria motivado Manson a se tornar um homem branco racista a fim de promover uma guerra racial. Não é diferente da história tão contada sobre a avó de Adolf Hitler ter sido uma judia. No melhor das contas, trata-se de um argumento ridículo.

Primeiramente, Manson não carrega nenhum traço genético de uma pessoa negra. Por menos negro que o pai de Manson possa ter sido, sempre existem traços físicos reconhecíveis. Além disso, o autor do mito baseia-se puramente no antigo mito de que “o cozinheiro de cor Colonel Scott” era o pai de Manson. Esse é um dos mistérios que emergiram durante o julgamento, em que a figura de Manson transformava-se diariamente, em mutações fantásticas geradas pela fome de audiência da mídia sensacionalista americana. Mas mesmo que o misterioso Colonel Scott fosse o pai de Manson, é improvável que ele (Scott) fosse negro. Para provar isso, basta dar uma breve olhada nas antigas reportagens publicadas em maio de 1969 no jornal Daily Independent, de Ashland, em Kentucky, que fez uma cobertura sobre o assassinato de Darwin Orell Scott, irmão biológico do misterioso Colonel Scott. A fotografia de Darwin Scott que acompanha o artigo mostra claramente que ele é um homem branco. Veja abaixo o artigo escaneado do Daily Independent, que mostra a foto do suposto tio de Charles Manson:

A foto do tio de Charles Manson

A foto do tio de Charles Manson

Mito 10 – A “Família Manson” é responsável por pelo menos 35 assassinatos

A base desse mito é uma única alegação feita em 18 de agosto de 1970 por Juan Flynn, um ajudante do Spahn Ranch, em uma entrevista com a polícia de Los Angeles. Flynn teria dito à polícia: “Manson admitiu – ele se gabou – de ter matado 35 pessoas em um período de dois dias”. Essa é a única “evidência” sobre o mito de que Manson estaria envolvido em dezenas de assassinatos nunca descobertos.

O mito foi fortalecido também no livro de Vincent Bugliosi, em que ele dedica 10 páginas listando assassinatos e desaparecimentos que ele acredita terem sido cometidos por pessoas relacionadas a Charles Manson. Acontece que não existem evidências sobre nenhum desses casos. A justificativa de Bugliosi em seu livro é uma apenas: “Todos esses casos aconteceram no mesmo período que a ‘Família Manson’ estava agindo como maníacos homicidas”. Obviamente, isso não explica muito. Vamos então fazer uma breve análise dos três maiores casos descritos por Bugliosi como possíveis crimes da suposta “Família Manson”:

a) Assassinato de Darwin Orell Scott em Ashland, Kentucky, em 27 de maio de 1969:
Essa vítima foi encontrada morta esfaqueada em seu apartamento em Ashland. Segundo Bugliosi, o motivo pelo crime seria que Darwin Orell Scott era o tio de Charles Manson, irmão de Colonel Scott. Apesar de diversos moradores de Ashland terem testemunhado que teriam visto Charles Manson na cidade na época do assassinato, até mesmo o próprio Bugliosi, autor do mito, sugere que Manson estava na Califórnia quando esse assassinato aconteceu. Os artigos de jornais locais de Ashland diziam que Darwin Scott possuía altas quantias de dinheiro em seu modesto apartamento, e que a polícia local acreditava que roubo seguido de morte era a explicação para o caso. A vítima, que tinha passagem na polícia por crimes de invasão de propriedade privada e falsificação, estaria envolvida no comércio ilegal de bebidas alcoólicas. Uma evidência que sustenta essa afirmação é que a polícia encontrou no apartamento de Scott dezenas de garrafas lacradas de uísque.

b) Assassinato de Joel Dean Pugh em Londres, Inglaterra, em 1º de dezembro de 1969:
Essa vítima foi encontrada morta em um hotel de Londres com a garganta e os pulsos cortados. Joel é normalmente descrito como marido de Sandra Good, uma fiel companheira de Charles Manson. Na realidade, eles nunca foram casados. Joel também é descrito como um “ex-membro da ‘Família Manson” de acordo com a teoria Helter Skelter de Vincent Bugliosi, mas ele nunca conheceu Manson. Após anunciada a morte de Joel Pugh, seus familiares viajaram até Londres para contestar o veredicto oficial da polícia londrina de que Joel havia se suicidado. O pai de Joel era um médico da Mayo Clinic, em Rochester, no estado de Minnesota, e teve acesso às conclusões médicas dos legistas de Londres. Ele se convenceu de que Joel havia mesmo cometido suicídio, e a família retornou para os Estados Unidos. É estranho que Bugliosi tenha ousado contestar a polícia e os legistas da Inglaterra, além da própria família de Joel Pugh, sem ter acesso a qualquer informação sobre o caso.

c) Assassinato de Marina Habe em Los Angeles, Califórnia, em 30 de dezembro de 1969:
Esse caso é provavelmente o mais simples. Não existe qualquer evidência que possa conectar qualquer frequentador do Spahn Ranch com o assassinato de Marina Habe. Bugliosi somente colocou esse caso entre os mais prováveis de seu livro porque o crime aconteceu em Los Angeles enquanto a suposta “Família Manson” estava livre. Enfim, logicamente improvável.

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© 2009 ATWA Brasil

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~ por Rotten Ideas em 03/07/2009.

10 Respostas to “Charles Manson: Mitos e fatos”

  1. QUAIS FORAM AS SUAS FONTES?

  2. ESTOU TERMINANDO DE LER O LIVRO DE BUGLIOSI E VC ME DEIXOU COM DÚVIDAS…A TEORIA DE TIRAR BOBBY BeausoleilÉ BEM LÓGICA!

    • Pois é.

      O livro de Bugliosi é muito bom para conhecer um pouco sobre o caso, mas não deve ser levado como realidade empírica.

      Aos poucos você vai perceber que as coisas não são bem como parecem – muita coisa importante foi deixada de fora dos julgamentos. Quando o dinheiro começou a passar de mão em mão, a realidade da história foi perdida, e quem havia cometido ou não os assassinatos não importava mais para nenhum juiz ou advogado.

  3. Tá certo! vou terminar de ler e pesquisar mais sobre ele! No mínimo ele tem uma inteligência fora do comum…

  4. Olá,
    Vocês poderiam me dizer o que,de fato, signigficava ou significa para Manson?
    Pergunto isso pois vi o perfil no orkut da ATWA em uma comunidade do orkut, de pessoas pró-Manson,denominada “Colaboradores do Helter Skelter”.
    Outra coisa:
    Manson é a reencarnação de Jesus?(Na mesma comunidade o perfil da ATWA declara isso,indiretamente.
    Grato.

    • Obrigado pelo seu comentário.
      Você quer saber o que significa ATWA para Manson? Não sei se compreendi a pergunta.
      Enfim, se for isso… ATWA é o todo da vida em nosso planeta. Todo o ar, todas as árvores, toda a água, todos os animais, dos quais nós fazemos parte. É o sistema de equilíbrio da vida na Terra.
      Outras pessoas podem criar usuários em outros sites, ou podem até criar outros websites e falar o que quiserem falar, mas a verdade de Manson está somente nesse website (em português).
      Paz, amor e ATWA.

  5. Olá,
    Vocês poderiam me dizer o que,de fato, signigficava ou significa Helter Skelter para Manson?
    Grato.

    • Ah sim, Helter Skelter…

      Para Manson, Helter Skelter é confusão. Ele olhava para as coisas ao seu redor ao sair da prisão em 1967, e via como tudo havia mudado. Em 10 anos, muitos animais haviam desaparecido, o ar estava poluído, a água estava suja e o que restava das florestas estavam sendo cortadas. Ele via confusão nas ruas: músicas barulhentas, jovens abandonados, guerras acontecendo. Enfim, para Manson, Helter Skelter era o estado da Califórnia no fim da década de 1960. A sua preocupação com relação à propagação de Helter Skelter se tornaram como profecias. Olhe ao seu redor hoje…

  6. Li uma vez o livro do Bugliosi, mas faz anos, gostaria de ler de novo pq não lembro de muita coisa, alguém sabe me informar onde consigo o e-book para download, ou até mesmo uma cópia do livro à venda, com edição em português.
    Por favor, se alguém tiver alguma informação, mail me: andressavonlaer@yahoo.com.br

    Thanks!

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