As pessoas não mudariam suas rotinas pelo planeta

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As pessoas dizem querer salvar o planeta, mas não estão dispostas a fazer mudanças de estilo de vida, como desistir de viagens aéreas ou do consumo de carne, para reduzir os efeitos das alterações climáticas, informou uma nova pesquisa da Reuters.

Mais de 40 por cento do dióxido de carbono (CO2) produzido pela Grã-Bretanha, o principal gás-estufa que colabora com as alterações climáticas, vêm da energia que é usada em casa e nas viagens.

Uma pesquisa com homens e mulheres com idades entre 25 e 75 anos, no centro de Londres, mostrou que todos os entrevistados estavam dispostos a fazer pequenas mudanças pelo planeta, como a reciclagem, mas poucos se comprometeriam a mudanças mais fundamentais no comportamento. “Eu tento minimizar o uso do meu carro, mas eu não iria desistir dele”, disse um homem de 42 anos de idade. Respostas como essa eram as mais comuns.

Mudar pequenos hábitos, como deixar os aparelhos eletrônicos em modo de espera, são relativamente fáceis, mas as mudanças mais radicais enfrentam resistência. “Nós sabemos da abundância de provas sobre a personalidade social e psicologia clínica de que as pessoas geralmente não gostam de mudar suas identidades – que elas preferem a estabilidade”, explica Tim Kasser, professor de psicologia na Knox College, em Illinois.

Se a pesquisa da Reuters for analisada dividindo os homens das mulheres, fica evidente que o público feminino estaria disposto a doar mais em troca da sobrevivência do planeta. Das mulheres entrevistadas, todas disseram que se esforçariam para consumir menos energia – um contraste com relação aos homens, em que apenas 60 por cento concordariam. Mais do que isso, 70 por cento dos homens afirmaram que não mudariam os seus estilos de vida, enquanto somente 10 por cento das mulheres também se recusariam.

Por todo o mundo, uma média de 18 por cento dos gases-estufa é gerado pela produção de carne para alimento humano. Esse é um dos dados, fornecido pela Organização de Alimentação e Agricultura da ONU, considerados importantes pela pesquisa da Reuters. Como já era esperado, uma mudança de comportamento com relação ao consumo da carne não é algo que o povo em geral, homens e mulheres, concordariam em fazer.

Para ler a matéria original, clique aqui

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Comentário da ATWA Brasil

Já ficou claro há muito tempo que o ser humano é egoísta e incapaz de ceder pelo próximo. Todos pensam que, durante as suas vidas, nada de maior significância acontecerá com a vida do planeta e, por isso, continuam fazendo como os seus pais fizeram. Incapaz de ceder o uso de um carro pelo planeta, em que os seus filhos e descendentes, em que o seu sangue viverá? Mais do que egoísta, é simplesmente burro. É difícil de entender como o ser humano conseguiu sobreviver até aqui.

A parte de que as mulheres tem um pouco mais de senso do que os homens é algo positivo. São elas quem podem dar continuação à vida do ser humano – os homens podem ser eliminados aos montes que, existindo algumas mulheres, a sobrevivência ainda será possível.

Enfim, o artigo só é interessante porque reafirma o que algumas pessoas com a mente própria têm falado há algum tempo: o ser humano é o problema. São as coisas que eles fazem, as coisas que deixam de fazer, a quantidade deles que existem, etc. Essas pessoas estão mortas para ATWA.

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© 2009 ATWA Brasil

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~ por Rotten Ideas em 03/09/2009.

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