Eugenia em síntese (Parte 1)

O texto abaixo é baseado nos estudos de Marian Van Court sobre a genética humana:

A décima primeira edição da Enciclopédia Britânica define “eugenia” como “a melhoria biológica da raça através da aplicação inteligente das leis da hereditariedade”. Apesar disso, a maioria das pessoas pensa em um homem branco quando ouve essa palavra, ou evocam imagens de suásticas e nazistas. Acontece que a eugenia tem uma longa história, que vai além dos tempos da Roma antiga.

A eugenia lida com a direção atual da evolução humana. Milhares de artigos foram publicados em revistas acadêmicas, toneladas de terra foram vasculhadas com pequenas escovas em busca de crânios, vastas quantidades de dinheiro foram concedidas a pesquisadores, e muitas carreiras inteiras passaram a tentar descobrir como é que chegamos a um cérebro maior e com mais inteligência (o Homo sapiens). Este é um esforço fascinante, e vale a pena. Mas o que é urgente, o que é sem dúvida a questão mais importante sobre a nossa espécie, é saber para onde os seres humanos estão evoluindo nesse exato momento. Será que estamos a evoluir em um caminho favorável?

É verdade que a seleção natural praticamente deixou de operar em muitas partes do mundo hoje, mas a evolução continua, porque a reprodução humana está longe de ser aleatória. Assim como a história marcha indefinidamente para o futuro, tanto na guerra como na paz, o mesmo acontece com a evolução. Padrões reprodutivos de cada geração formam o caráter inato de sucessivas gerações, seja para o melhor ou para o pior.

A maioria de nós quer dar aos nossos filhos tanto quanto os nossos pais nos deram, de preferência mais. Queremos que eles tenham a melhor educação possível, e todas as vantagens que se pode alcançar. Esperamos, também, deixá-los com um mundo melhor do que aquele que nascemos. No entanto, o legado mais importante que podemos deixar aos nossos filhos é a sua própria integridade biológica: boa saúde, grande inteligência e caráter nobre. Estes traços representam uma boa parte do caminho seguro para a felicidade e bem-estar. Tomadas em conjunto, essas características constituem a capacidade de uma população de manter e avançar a civilização – o mais precioso dos dons humanos – porque, sem a civilização, reina o caos, a lei do mais forte e o sofrimento em abundância.

O foco deste trabalho será a inteligência. Aqui está o argumento, em síntese:

1. A inteligência humana é em grande parte hereditária.

2. A civilização civilização se desenvolve dependendo da inteligência inata. Sem inteligência inata, a civilização não teria sido criada. Quando diminui a inteligência, o mesmo acontece com a civilização.

3. Quanto mais alto o nível da civilização, melhor é para a população. A civilização não é uma proposição qualquer. Pelo contrário, é uma questão de grau, e cada grau, para cima ou para baixo, afeta o bem-estar de cada cidadão.

4. No momento, estamos a evoluir para se tornar menos inteligentes a cada nova geração. Por que isso está acontecendo? Simples: menos pessoas inteligentes estão produzindo mais filhos.

5. A menos que esta tendência pare, a nossa civilização seguirá invariavelmente para o declínio. Qualquer declínio na civilização produz um aumento proporcional no quociente de miséria coletiva.

Lógica e provas científicas dão suporte a cada uma das afirmações acima. Na próxima parte, entraremos em maior detalhe na questão número um: a inteligência humana é em grande parte hereditária.

Para ler a parte dois da série “Eugenia em síntese”, clique aqui

© 2010 ATWA Brasil

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~ por ATWA Brasil em 23/02/2010.

5 Respostas to “Eugenia em síntese (Parte 1)”

  1. Doidos!

  2. Esse conteúdo é uma falácia determinista e racista.

    • Essa é somente a primeira parte. Como disse a postagem, as explicações científicas virão depois.

      Se você acha esse estudo uma “falácia”, então escreva para o grupo de cientistas que conduziu o estudo.
      Sobre ser “racista”, não consigo compreender de onde tirou essa idéia através dessa postagem.

      Então falando de “desenvolvimento humano” você leu “racismo”? Isso é a maior prova de que você é “racista”, concorda? Afinal, você foi capaz de ler tal coisa em um texto que não fala sobre isso. Você, na sua mente, com suas idéias, conectou a idéia de “desenvolvimento humano” com “raça”. É um problema seu, lide com ele. Olhe no espelho.

  3. […] Para ler a parte um da série “Eugenia em síntese”, clique aqui […]

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