Eugenia em síntese (Parte 4)

Continuamos com as cinco questões para dissecar a questão da inteligência na hereditariedade. Nessa quarta parte da série, lidaremos com a questão número três:

3. Quanto mais alto o nível da civilização, melhor é para a população.

Afirmar que “quanto mais alto o nível da civilização, melhor é para a população” é algo axiomático, bem como afirmar que “é melhor ser saudável do que ter uma doença”. Está claro para todo mundo que as pessoas que vivem em países com um elevado nível de civilização têm mais de tudo o que é universalmente considerado bom, e menos de tudo o que é universalmente considerado ruim. Por exemplo, eles têm mais dinheiro, melhor comida, roupas melhores, casas maiores e melhores, educação melhor, uma vida mais longa, menos doenças, menos incertezas em suas vidas, menos criminalidade, melhor assistência médica e dentária, mais poder pessoal, mais felicidade e satisfação, menos angústia e desespero. Obviamente, sempre existem exceções à regra, mas de modo geral, esse é o caso.

Pergunta: “Por que um grande número de pessoas provenientes de países com baixos níveis de civilização arriscam as suas vidas todos os anos para chegar a países com altos níveis de civilização, embora nunca o inverso ocorra?” Resposta: “Elas arriscam as suas vidas porque eles pensam que a vida é muito melhor lá, e elas estão certas”. Se não fosse esse o caso, por que essa migração unilateral ocorreria?

A prosperidade econômica explica uma grande parte desse quadro. Em “QI e a Riqueza das Nações”, Lynn e Vanhanen (2002) reuniram dados de 185 países e descobriram que a média de QI de uma nação correlaciona 0,7 com o seu per capita do Produto Interno Bruto (PIB), e que o QI é o fator mais importante para a riqueza de uma nação. Uma economia de mercado e a presença de recursos naturais foram segundo e terceiro, respectivamente.

Na próxima parte da série, entraremos em maior detalhe na questão número quatro: estamos a evoluir para se tornar menos inteligentes a cada nova geração.

Para ler a parte cinco da série “Eugenia em síntese”, clique aqui

Para ler a parte três da série “Eugenia em síntese”, clique aqui

© 2010 ATWA Brasil

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~ por ATWA Brasil em 25/03/2010.

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