Ação humana e a extinção da própria espécie

Os netos dos nossos netos podem já não poder viver no planeta Terra.

Um estudo recente das universidades de New South Wales, na Austrália, e de Purdue, nos Estados Unidos, acende todos os sinais vermelhos que obriguem a tomar medidas sérias e rápidas agora, antes que seja tarde de mais. E por quê? O aquecimento global pode deixar até metade do planeta inabitável nos próximos três séculos.

O estudo, publicado na última edição da revista especializada “Proceedings of the National Academy of Sciences”, afirma ainda que é possível que já no próximo século várias regiões do planeta estejam sob calor intolerável para humanos e outras espécies de mamíferos.

Ironicamente, os sinais se tornam a cada dia mais evidentes de que as ações humanas contra o meio ambiente resultarão na aniquilação da própria espécie. O estudo ressalta que o calor já é uma das principais causas de morte por fenômenos naturais, e que muitos acreditam, erroneamente, que a humanidade pode simplesmente se adaptar a temperaturas mais altas. Em outras palavras, os fenômenos naturais, que são hoje mais presentes do que nunca, não são resultado de jogos de sorte ou azar, mas sim conseqüência do coletivo das ações humanas.

O seu carro, o seu lixo, a sua alimentação, são fatores que resultaram na morte de outros seres da sua própria espécie. Você viu na televisão, não entendeu nada, e não percebeu o sangue em suas mãos. Em ATWA, não existe desperdício: todas as ações ressonam em algum lugar, e o carma sempre retorna para a sua origem. É tudo muito simples, e a conscientização sobre essa lei resolveria muitos problemas. A vida animal é baseada no instinto de sobrevivência – e o ser humano é parte do reino animal.

O sábio mártir Charles Manson diz: “A simplicidade da ordem de ATWA é que se trata da ordem de todas as vidas, e se resume em sobrevivência”.

Ironicamente, os seres humanos parecem ter perdido essa característica tão básica que lhes garante o direito de sobreviver.

O sábio mártir Charles Manson diz: “Todas as pessoas que chamamos de ‘vivos’ estão na realidade mortos, e não há chance de redimir-los. Mas há uma chance de resgatar esses mortos”.

De fato, existe pouca vida nas pessoas. Sobrevivência não passa de mais uma palavra para os dicionários. São mortos-vivos, repetindo os mesmos movimentos, os mesmos erros, para a eternidade. O teto da ordem desaba sobre eles, e os mesmos movimentos continuam. São robôs, programados para a morte e a destruição. A sensibilidade com relação a tudo o que tem vida foi perdida completamente: existe uma barreira na mente das pessoas que não lhes permite ver as conseqüências das suas ações e reconhecê-las como tal.

O instinto de sobrevivência da humanidade foi esquecido. Os seres humanos estão se matando, um pouco mais a cada dia, mas as mentes continuam controladas pelo dinheiro. Os cegos não vêem o que é tão claro.

O sábio mártir Charles Manson diz: “O ar que você respira é mais importante do que o dinheiro que você gasta, porque você pode gastar esse dinheiro e acabar sem ar algum”.

Em outras palavras, o ser humano parece ter perdido um elemento essencial do que lhe faz um animal. Sem o instinto de lutar pela vida, a humanidade tem os seus dias contados. Esse recente estudo é somente mais um alerta sobre o que está por vir.

Para ler a matéria original, clique aqui

© 2010 ATWA Brasil

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~ por ATWA Brasil em 19/05/2010.

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