Álbum “The Inner Sanctum” disponível

•11/06/2010 • 2 comentários

O novo álbum de Charles Manson, “The Inner Sanctum”, está disponível. As primeiras cópias estão sendo enviadas, e os pedidos podem ser feitos de qualquer país.

“The Inner Sanctum” está disponível em uma versão limitada de 1000 cópias. A única versão disponível é em disco vinil de 7 polegadas. São 14 minutos de gravação, três novas músicas, sem cortes.

Abaixo, um vídeo promocional feito pela ATWA Brasil:

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Novo crime contra ATWA no Brasil

•09/06/2010 • 5 comentários

O novo crime contra ATWA no Brasil é o projeto de revisão do Código Florestal Brasileiro.

Uma revisão do código seria desejável, desde que ele se torne mais eficiente para cumprir seu objetivo maior: conservar a integridade dos ecossistemas nativos brasileiros. A revisão deve ser baseada em todo o conhecimento científico relevante e em análises isentas. Não é essa, porém, a base das mudanças propostas pelo deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP).

O principal argumento proposto para alterar o Código Florestal Brasileiro é que, em sua forma atual, ele bloqueia a expansão do agronegócio e coloca na ilegalidade boa parte dos produtores rurais. O que não é verdade. O relatório busca resolver uma suposta escassez de terras agricultáveis no Brasil, flexibilizando as restrições atuais, mas a um custo altíssimo: causa a ampla legalização do corte de florestas, cerrados e outras vegetações brasileiras, o que provocará a maciça extinção de espécies e um aumento nas emissões de carbono do País. Isso contraria as posições e compromissos ambientais do governo brasileiro quanto à conservação de biodiversidade e redução de emissões.

Em vez de representar um instrumento avançado de integração e conciliação, a proposta do novo Código Florestal Brasileiro, caso aprovada e posta em prática, representará o pior retrocesso ambiental dos último 45 anos da história do País.

Como citado anteriormente, o relatório com mudanças no Código Florestal foi apresentado pelo deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), amigo da Bancada Ruralista, cujo único propósito é remover obstáculos para o agronegócio. Ironicamente, o projeto foi elaborado com a participação de uma consultora jurídica do agronegócio. A advogada Samanta Piñeda recebeu R$ 10 mil pela “consultoria”, pagos com dinheiro da verba indenizatória de Rebelo e do presidente da comissão especial, Moacir Micheletto (PMDB-PR).

O Código Florestal opõe ambientalistas a proprietários rurais em uma disputa que se arrasta por anos. Com mais de 45 anos de idade, o código reserva uma parcela entre 20% e 80% das propriedades como área de proteção ambiental e é descumprido por 90% dos produtores rurais, segundo estimativa da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

Samanta Piñeda é consultora jurídica da frente parlamentar da agropecuária. Os pagamentos a ela aparecem na prestação de contas da verba indenizatória a que os deputados têm direito para o funcionamento de seus gabinetes. Os pagamentos foram feitos em março, em parcelas iguais de R$ 5 mil, lançadas por Rebelo e Micheletto. Nos registros disponíveis na internet não constam pagamentos a outros consultores nas áreas ambiental ou jurídica.

É importante acompanhar esse caso nos próximos dias, uma vez que ele pode representar o pior retrocesso ambiental dos último 45 anos da história do Brasil. Guardem os nomes e os partidos políticos citados nesse artigo. As mentes do dinheiro estão trabalhando, e como sempre, os fatos são simples de se compreender. Falta um pouco mais de luta por ATWA!

Para ler mais sobre o caso do Código Florestal Brasileiro, clique aqui.

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Tribunal de ATWA para Bhopal

•08/06/2010 • 3 comentários

Sete quadros da subsidiária indiana da Union Carbide, empresa norte-americana de químicos, foram condenados a uma pena de prisão de dois anos e ao pagamento de 2100 dólares por “morte por negligência” há 25 anos. A sentença atribui à empresa a autoria moral do crime, mas não refere o principal acusado, um dirigente norte-americano da empresa fugido à justiça. As famílias estão indignadas e anunciaram intenção de recorrer.

A sentença condena sete antigos dirigentes indianos da fábrica de pesticidas de Bhopal, onde, às 0h05 de 3 de dezembro de 1984, cerca de 40 toneladas de gás começaram a contaminar as zonas habitacionais circundantes.

Estas foram as primeiras condenações. Em 1987, eram 12 os acusados de homicídio, entre os quais oito dirigentes da empresa. Em 1996, a acusação foi alterada para morte por negligência. A moldura penal para este crime configura, no máximo, a dois anos de prisão.

Entre os condenados encontram-se o antigo presidente e proprietário da unidade de Bhopal, atualmente com 85 anos e detentor de uma empresa fabricante de automóveis. Os ex-quadros da Union Carbide Indiana, com uma média de idades de 70 anos, foram libertados sob fiança após a leitura da sentença. Um oitavo acusado faleceu no decorrer do processo.

Desconhece-se se a sentença abrange o norte-americano Warren Anderson, ex-presidente da Union Carbide e das duas subsidiárias, que está fugido à justiça indiana e que não compareceu em tribunal no âmbito deste processo que começou há 23 anos. O tribunal de Bhopal emitiu, em julho, um mandado de extradição, mas Anderson, que vive em Nova Iorque, nunca compareceu. Os procedimentos relativos à extradição são considerados altamente burocráticos e podem demorar anos a produzir efeitos.

Pelo menos 15 mil homens, mulheres e crianças morreram asfixiados devido a uma combinação de gases tóxicos libertados pela fábrica Union Carbide. O governo indiano refere que tenham sido afetadas cerca de 600 mil pessoas.

Especialistas dizem que pelo menos 20 mil habitantes na zona bebem ainda hoje água contaminada pelos resíduos químicos que foram absorvidos pelos solos. As associações de vítimas dizem que nasceram milhares de crianças com danos cerebrais e membros afetados devido à exposição dos pais ao gás ou a água contaminada.

Não existe justiça através das mentes do dinheiro. No comunicado oficial da ATWA Brasil enviado aos líderes mundiais presentes na Conferência de Copenhague (COP-15) de 2009, foi sugerido o Tribunal Mundial de ATWA, um órgão internacional oficial autorizado a propor leis e impor a ordem e a justiça com relação a tudo o que é vivo. Acima do dinheiro, acima da diplomacia das mãos amarradas. Com relação à vida, não existe diálogo.

O caso de Bhopal é exemplo da incapacidade humana de impor a justiça e a honra em casos de ataque ao meio ambiente e ao todo da vida nesse planeta. Há 25 anos, 15 mil homens, mulheres e crianças morreram asfixiados por um crime humano contra a vida. O ar, a água, as árvores e os animais que também foram atacados nunca foram considerados, mas os efeitos disso ainda são sentidos hoje pelo povo local, e continuarão pelas décadas seguintes.

Enfim, são exemplos como esse que ilustram que vivemos em um momento adequado para considerar a possibilidade do Tribunal Mundial de ATWA. É para o bem comum, é para toda a vida, e está em conformidade com o que o homem foi capaz de entender e presenciar nos anos recentes. Não haverá paz sem justiça, e não haverá justiça sem ATWA.

Uma única vida. Um único mundo. Uma Ordem Mundial. ATWA.

Para ler mais sobre o desastre de Bhopal, clique aqui.

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Eugenia em síntese (Parte 5)

•07/06/2010 • Deixe um Comentário

Continuamos com as cinco questões para dissecar a questão da inteligência na hereditariedade. Nessa quinta parte da série, lidaremos com a questão número quatro:

4. No momento, estamos a evoluir para se tornar menos inteligentes a cada nova geração.

Por centenas de anos, até o início dos anos 1800, na Inglaterra e nos Estados Unidos havia a fertilidade natural, ou seja, nenhum esforço para limitar o número de nascimentos. Os casais tendiam a ter muitos filhos, mas nem todos podiam se casar. Homens que não ganhavam o suficiente para sustentar a família permaneciam solteiros e sem filhos, e o resultado líquido disso era uma relação positiva entre a baixa fertilidade e a inteligência. Em seguida, vários livros foram publicados sobre a contracepção que, naturalmente, afetaram desproporcionalmente aqueles que sabiam ler. Preservativos e diafragmas se tornaram disponíveis, e a taxa de natalidade das classes média e alta diminuiu. Em meados do século, tinha se tornado evidente que as pessoas educadas tinham menos filhos do que as iletradas.

Isso causou grande alarme, e uma série de estudos foram realizados nas primeiras décadas do século 20 nos Estados Unidos para compreender a situação. O QI das crianças em escolas correlacionava-se negativamente com o número de seus irmãos, o que pareceu confirmar os temores de fertilidade disgênica, mas essa conclusão foi questionada porque não havia maneira de saber precisamente o QI dos filhos. Posteriormente, alguns estudos relacionando o QI de adultos e seus números de filhos relataram correlações negativas, mas outros estudos semelhantes não encontraram nenhuma correlação. No entanto, as amostras utilizadas em todos esses estudos não foram representativas da população dos Estados Unidos como um todo – eram restritas, quer em termos de raça ou área geográfica. Assim, na segunda metade do século 20 não havia ainda qualquer resposta definitiva para a questão da fertilidade disgênica.

Em 1984, Frank Bean e Marian Van Court tiveram a sorte de descobrir um excelente conjunto de dados, o General Social Survey (GSS), para testar a hipótese. Ela incluía um pequeno teste de vocabulário elaborado por Thorndike para fornecer uma classificação aproximada da capacidade mental que era ideal para o estudo. O GSS entrevistou uma amostra grande, representativa da população dos Estados Unidos, cuja reprodução nos anos entre 1912 e 1982 caiu, gerando dados que forneceram a oportunidade única de uma visão global da relação entre a fertilidade e o QI para a maior parte do século 20. Em todos os 15 grupos de pessoas estudadas, as correlações entre os resultados do teste e o número de filhos foram negativas, e 12 dos 15 foram estatisticamente significativos (Van Court e Bean, 1985).

Mais recentemente, Richard Lynn e Marian Van Court fizeram um novo estudo de follow-up que incluiu novos dados coletados em 1990 pelo GSS, e conseguiram resultados muito semelhantes. Os cientistas calcularam que 0,9 pontos de QI foram sendo perdidos por geração (Lynn e Van Court, 2003). Para descobrir o quanto foi perdido de QI durante o século 20, podemos simplesmente multiplicar 0,9 por 4 gerações, ou seja, 3,6 pontos de QI. Não existem dados precisos para a última parte do século 19, mas não há qualquer indicação de que o período entre 1875 e 1900 tenha sido seriamente disgênico.

Assim sendo, como uma áspera (mas conservadora) estimativa de perda total em um período de 125 anos, podemos multiplicar 0,9 por 5 gerações, ou seja, 4,4 pontos de QI perdidos a partir de 1875 até o presente momento. Uma perda dessa magnitude iria aproximadamente dividir pela metade aqueles com QI superior a 130, o dobrar aqueles com QI abaixo de 70 pontos.

No livro Dysgenics: Genetic Deterioration in Modern Populations, Richard Lynn (1996) observou que a fertilidade disgênica é a regra, e não a exceção, ao redor do mundo. Não houve muitos estudos feitos na Europa, mas o caso parece ser semelhante aos Estados Unidos em termos da gravidade da tendência disgênica. O único lugar onde a fertilidade disgênica não foi encontrada é a África subsaariana, onde o controle da natalidade não é usado.

Como o leitor pode ter começado a suspeitar, a razão principal para a fertilidade disgênica é que as mulheres inteligentes usam o controle da natalidade com mais sucesso do que as mulheres pouco inteligentes. Esse parece ser o caso, independentemente de qual método é usado. Mulheres de alto, médio e baixo QI todas querem, em média, o mesmo número de filhos, mas as mulheres de baixo QI têm gravidezes muito mais acidentais e, portanto, produzem mais filhos.

Na próxima parte da série, entraremos em maior detalhe na questão número cinco: a menos que esta tendência pare, a nossa civilização seguirá invariavelmente para o declínio.

Para ler a parte quatro da série “Eugenia em síntese”, clique aqui

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Charles Manson fala sobre o Brasil (28/05/2010)

•28/05/2010 • Deixe um Comentário

Abaixo, algumas citações de Charles Manson de uma conversa telefônica de hoje (sexta-feira, 28 de maio de 2010). Ele fala sobre o Brasil, sobre os ancestrais da nossa nação, e traça um paralelo que converge a existência do brasileiro com a vida do próprio Manson.

“Eu queria falar em espanhol com você, você entende espanhol também? Eu não sei nada de português. Eu cheguei perto de aprender espanhol muitas vezes, mas sempre que eu estava pegando o jeito eu acabava sendo deportado.”

“Eu amo as coisas do Brasil. As suas músicas, as suas danças, as suas florestas, os seus animais, o seu povo, a sua energia. São coisas que vêm do coração, e o que vem do coração são as coisas que vêm de Deus. Afinal, eu sou Deus, e você é Deus, não é?”

“Existe apenas uma única América. Nós temos os nossos problemas com os espanhóis, mas é apenas uma América. Um continente, um pedaço de terra. Nós precisamos de uma única América, soldado. Precisamos de uma única América, você entende? Tudo de volta para um. As pessoas têm que compreender que tudo é um. Uma América. Eu preciso de uma América para sobreviver, uma América para respirar. George Washington fundou os Estados Unidos de ATWA.”

“Quando eu era um menino de rua, havia uns gângsteres portugueses que cuidavam de mim. Você sabe, eles me ajudavam com algumas coisas. Eles nunca voltaram para trás com as suas palavras. A palavra deles era sempre boa. Os seus ancestrais, de volta aos piratas espanhóis e portugueses, também eram pessoas boas e de honra. Vendo assim, você é meu pai, de certa forma, você entende? Eu tenho Portugal em mim.”

-Charles Manson

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Filho da Mãe Terra: “Você é Deus”

•26/05/2010 • Deixe um Comentário

“Eles trancaram todo mundo para fora do motivo pelo qual eles estão aqui, você entende? A natureza deles. Eles nos trancaram em um ambiente artificial. E eles estão destruindo o ambiente natural. E você sabe quem é o ambiente natural?

É a nossa Mãe Terra. É aquela garota, aquela mulher.

É aquela ave Maria, cheia de graça, o Senhor é contigo.

Não tenha dúvidas disso. Bendito é o fruto do teu ventre.

Nós amamos isso. Inteiramente. Bendito seja teu filho, Jesus.

Esse é o seu garoto, ele é Jesus. Ele é Cristo. Ele é o filho de Deus. Você é Deus.

Você é a santa mãe de tudo o que vive. Você consegue imaginar isso?

-Charles Manson”

Agradecimentos ao irmão The Zou pela transcrição dessa carta. O texto original pode ser encontrado aqui, na página pessoal dele.

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Ecologia Profunda em síntese

•24/05/2010 • 2 comentários

Ecologia

Ecologia é o estudo das interações dos seres vivos entre si e com o meio ambiente. A palavra e o conceito foram iniciados em 1866 pelo biólogo alemão Ernst Haeckel. A origem é a palavra grega “oikos”, que significa “casa”, e “logos”, que significa “estudo”.

A ecologia divide-se em três ramos:

1. Autoecologia: considera os organismos e como estes reagem aos fatores ambientais.
2. Demoecologia: é um ramo da Ecologia, e trata do estudo de cada população em separado. A forma como os organismos crescem, as suas taxas de mortalidade, sobrevivência, etc.
3. Sinecologia: corresponde a um ramo da Ecologia que se dedica ao estudo das comunidades. Trata das relações entre as populações, como por exemplo as relações predador-presa, estudando as várias populações em conjunto.

Ecologia Profunda

Palavras do Prof. José Roberto Goldim

A Ecologia Profunda foi proposta pelo filósofo norueguês Arne Naess em 1973 como uma resposta à visão dominante sobre o uso dos recursos naturais do planeta. Arne Naess se inclui na tradição de pensamento ecológico-filosófico de Henry Thoreau, proposto em Walden, e de Aldo Leopold, na sua Ética da Terra. Denominou esse modo de pensar e agir de Ecologia Profunda por demonstrar claramente a sua distinção frente ao paradigma dominante. No Brasil, nesta mesma época, o Prof. José Lutzemberger já propunha idéias semelhantes e desencadeava o movimento ecológico brasileiro com a criação da AGAPAN (Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural).

O quadro abaixo demonstra, pelo menos em parte, as propostas de Arne Naess e as suas diferenças frente a visão de mundo predominante:

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